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5551
Candidato a Deputado Federal pelo Distrito Federal

Entrei como agente. Saí como delegado. Nunca fui de bloquinho.

33 anos, 6 meses e 3 dias na Polícia Civil do Distrito Federal. Agora quero levar a voz de quem trabalha na ponta para o Congresso Nacional.

5551
Vote sem moderação
Delegado Nugoli, candidato a deputado federal pelo Distrito Federal
33anos
de Polícia Civil do Distrito Federal
13anos
como agente antes de virar delegado
9anos
à frente da Divisão de Operações Especiais
7cargos
de direção na segurança pública e na gestão do DF
Antes de qualquer coisa

Você não precisa escolher entre mim e o seu distrital

Eu ouço isso todo dia: “Nugoli, eu já tenho meu candidato.”

Ótimo. Continua com ele.

Eu não estou disputando esse voto. Deputado distrital e deputado federal são duas votações diferentes, em dois momentos diferentes da urna. Você vota nos dois.

A Polícia Civil do Distrito Federal tem muito candidato a distrital. Sempre teve. O que ela não tem, e nunca teve, é representante na Câmara dos Deputados.

E é lá que se decide o que trava a sua vida. O Fundo Constitucional, que paga a nossa folha, é votado no Congresso Nacional. Não é votado na Câmara Legislativa.

Fica com o seu distrital, e me dá o federal.

Deputado Federal
5551

Aqui você digita 5551.

Na urna, o deputado federal é o primeiro que aparece. É o único momento em que você digita quatro números.

Não é promessa

Já aconteceu

Todo candidato diz o que vai fazer. Eu prefiro começar pelo que eu já fiz, com trinta e três anos de carreira para provar.

Feito

O delegado que pós-graduou a polícia inteira.

Quando dirigi a Academia de Polícia Civil, implantamos a primeira formação em que todos os policiais, de agente a delegado, saíram com titulação de pós-graduação na sua área. Foi ali também que nasceu o projeto da Escola Superior de Polícia.

Feito

O delegado que equipou a DOE e ganhou na Justiça.

Assumi uma divisão apelidada de “durma onde estiver”, onde a polícia colocava quem não sabia onde colocar. Equipei com material técnico de proteção e briguei na Justiça pelo direito de proteger o meu pessoal. Ganhei. E o policial do Distrito Federal saiu de lá mais protegido do que entrou.

Feito

O delegado que trouxe os reféns de volta.

Trinta e duas horas de negociação numa rebelião com reféns policiais. Coordenei a crise, mantive a cadeia de comando e barrei quem queria entrar para aparecer. Todos saíram.

Feito

O delegado que acabou com a fila no Detran.

O agendamento eletrônico de serviços nasceu na minha gestão na direção-geral do Detran. Antes era fila. Depois era horário marcado.

Feito

O delegado que comandou o sistema penitenciário.

Fui secretário de Administração Penitenciária do Distrito Federal. Conheço por dentro a superlotação, o déficit de efetivo e o que acontece quando dois policiais penais tomam conta de um pavilhão com centenas de presos.

Feito

O delegado que subiu de agente a delegado.

Entrei na Ceilândia em 1982 como agente de polícia. Fiquei treze anos na base antes de passar no concurso de delegado, estudando à noite e trabalhando como segurança nos fins de semana para pagar a faculdade.

Delegado Nugoli
Quem é o Nugoli

Cheguei em Brasília com a roupa do corpo e uma muda de camisa

Meu nome é Geraldo Luiz Nugoli Costa. Sou do interior de São Paulo, filho de uma família pobre, criado pelos meus avós depois que meu pai morreu, quando eu tinha 1 ano e 2 meses. Meu avô era alfaiate. Minha avó vendia fruta na rua, e eu ia junto com a cesta no braço desde os oito anos.

Morei em casa de chão batido. Tomava banho de bacia. Tive dentista na escola e médico na Santa Casa. Fomos pobres, mas nunca fomos miseráveis, e o que fez a diferença na minha vida foi ter escola pública de qualidade no meu bairro.

Trabalhei em marmoraria como menor aprendiz, em fábrica de produto de limpeza, como auxiliar de eletricista e tocando em conjunto musical à noite. Servi o Exército. Passei no vestibular de Direito na minha cidade. E em 13 de dezembro de 1981, com 19 anos, peguei um ônibus para Brasília com a roupa do corpo e uma muda de camisa para fazer o concurso da Polícia Civil.

Passei. E fiquei 33 anos.

Por que deputado federal

Nunca fui candidato a nada. Nem a síndico.

Toda vez que me convidaram para disputar eleição, eu disse não. Meu argumento era sempre o mesmo: a Polícia Civil já tem candidato a distrital demais, e os problemas da nossa polícia, na maior parte, só podem ser resolvidos na esfera federal.

Quando surgiu a chance de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, eu aceitei. Não por vaidade. Porque é lá que se decide o que trava a vida do policial e a vida do cidadão do Distrito Federal.

Aos 64 anos, com a aposentadoria garantida e a vida resolvida, eu não estou entrando na política para ganhar nada. Estou entrando para devolver alguma coisa.

O argumento que decide tudo

O que decide o seu salário não está na Câmara Legislativa

Muita gente não sabe, mas a Polícia Civil, a Polícia Penal, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal são custeados pela União, através do Fundo Constitucional do Distrito Federal, criado pela Lei 10.633/2002.

Isso significa que efetivo, concurso, reajuste e estrutura das nossas forças de segurança não se decidem aqui. Decidem-se no Congresso Nacional, na lei orçamentária, no voto de deputado federal.

Em agosto de 2026, o Congresso aprovou uma lei complementar que criou uma trava capaz de limitar o crescimento do Fundo. Em 1º de setembro, o Governo do Distrito Federal foi ao Supremo tentar barrar os efeitos disso.

R$ 30 biprevistos para o Fundo no orçamento de 2027, enviado ao Congresso em 31 de agosto de 2026
LC 235/2026aprovada em 12 de agosto de 2026, criou a trava que pode limitar o crescimento do Fundo
PEC 1/2025quer inscrever na Constituição a correção do Fundo pela Receita Corrente Líquida da União

É por isso que eu não sou candidato a distrital. A Polícia Civil já tem muito candidato a distrital. O que ela não tem é quem defenda o Fundo Constitucional lá dentro, onde ele é decidido.

A segurança do Distrito Federal perde no Congresso quando não tem quem a defenda lá dentro. É exatamente por isso que eu quero ir.

Compromisso negativo

O que eu não vou fazer

Todo candidato diz o que vai fazer. Eu prefiro dizer o que eu não vou.

Não vou mandar emenda para outro estado.

Enquanto a saúde, a educação e a segurança do Distrito Federal estiverem carentes, não faz sentido um deputado eleito aqui destinar recurso para fora.

Não vou usar a polícia como palanque.

A polícia deve ser de Estado, não de governo. Nunca aceitei isso quando eu era policial e não vou fazer isso como deputado.

Não vou indicar chefia por amizade política.

Eu passei nove meses no corredor por não pertencer a grupo nenhum. Não vou reproduzir o que me fizeram.

Não vou sair de lá com mais do que entrei.

Eu tenho minha casa, meu carro, minha família e minha aposentadoria. Quero sair com o que tenho hoje e com aquilo que o salário de deputado pode me dar. Nada além disso.

Pode guardar esta página e me cobrar.

Para a família do policial

Para quem espera acordado

Eu passei trinta e três anos na Polícia Civil e perdi quase tudo dentro de casa.

Eu não vi meus filhos crescerem. Não vi as meninas virarem moças. Não vi os meninos engrossarem a voz. Quem viu foi a mãe deles, sozinha, enquanto eu estava numa ocorrência, num plantão, numa crise que atravessava a madrugada.

A morte está sempre presente na vida do policial. Ao longo da carreira eu enterrei muitos colegas. E toda vez que isso acontecia, tinha uma casa esperando alguém que não ia voltar.

Hoje meu filho mais novo tem sete anos, e eu tenho uma oportunidade que a maioria dos meus colegas nunca teve: estar. Dessa eu não abro mão. A política fica em segundo lugar. Tudo fica em segundo lugar.

Por isso, quando eu falo em valorizar o policial, eu não estou falando só de salário.

Estou falando da sua casa. Da mulher, do marido, da mãe e do filho que seguraram o que o Estado não segurou.

Vocês também são a segurança pública deste país. E vocês também votam.

Nugoli com a família
Para o aposentado e o pensionista

Para quem já pendurou a farda

Eu sou aposentado. Trinta e três anos, seis meses e três dias.

Quem saiu da ativa não saiu da segurança pública. Continua acompanhando, continua sabendo o que está acontecendo, e continua sendo o primeiro a ser esquecido quando se discute carreira.

Enquanto isso, a instituição sobrevive de abono de permanência e de serviço voluntário. Ou seja: sobrevive de quem já podia ter ido embora e ficou.

Quando eu falo em recomposição de carreira, eu não estou falando só de quem está na rua hoje. Estou falando de paridade, de quem construiu essa polícia e hoje é tratado como se tivesse deixado de existir.

Eu sou um de vocês. E é por isso que eu não vou esquecer.

Territórios

Eu conheço essas cidades porque eu trabalhei nelas

Trinta e três anos de polícia me levaram para praticamente toda cidade do Distrito Federal. Em algumas, eu deixei parte da vida. E as duas onde eu tenho história pessoal estão hoje no topo das estatísticas.

Ceilândia

14,35%dos furtos de celular do Distrito Federal

Foi onde tudo começou. Cheguei em 1982, como agente recém-formado, para a 15ª DP. A cidade era quase toda terra. Eu andei ali quando não tinha asfalto, e vi virar o que virou.

Taguatinga

12,22%dos furtos de celular do Distrito Federal

Mais de trinta anos atuando na região. Conheço o comércio, conheço o centro, conheço quem trabalha ali. E conheço os problemas que se agravaram nos últimos anos, porque eu acompanhei um por um.

Samambaia

11,63%dos roubos registrados no Distrito Federal

A cidade aparece entre as de maior participação nos roubos do DF. É exatamente o tipo de crime que muda a rotina de uma família inteira e que vem sendo tratado como estatística secundária.

Sobradinho

13ª DPminha primeira delegacia como delegado

Foi ali que eu descobri a diferença entre investigar um caso e responder por uma unidade inteira, com tudo o que acontece dentro dela.

Guará

20 anosna mesma casa

É onde eu moro, onde criei meus filhos e onde eu volto todo dia. Quando eu falo do Distrito Federal, eu não estou falando de um lugar sobre o qual eu li.

Plano Piloto

10,32%dos roubos registrados no Distrito Federal

O centro do poder do país também entrou na conta. Aqui o crime que assusta é o de rua, o do estacionamento, o do celular arrancado da mão em plena luz do dia.

Distribuição por região administrativa: dados da PCDF sobre furto e roubo, divulgados em julho de 2026.

O nome e o número

Por que 5551 e por que sem moderação

Meu sobrenome é Nugoli, italiano. Na Itália se pronuncia Nógli. No Brasil, todo mundo sempre associou meu nome a um gole, e passei a vida sendo provocado por causa disso.

Aí veio o número: 5551. Cinquenta e cinco é o PSD. E o 51 todo brasileiro sabe o que é.

Resolvi que dessa vez o nome ia trabalhar a meu favor. Eu gosto de cachaça, que é a bebida mais brasileira que existe. Gosto de churrasco com os amigos, gosto de pagode e não tenho nada a esconder sobre isso. Se eu quero beber, eu bebo, porque eu pago tudo que eu consumo com o meu trabalho.

Nugoli 5551. Uma boa ideia para o Distrito Federal. Vote sem moderação.

Como votar

No dia 4 de outubro, digite 5551

Na urna, o primeiro cargo é deputado federal. Digite 5551, confira o nome Delegado Nugoli e a foto na tela, e confirme.

Transparência

Como me cobrar

Prestação de contas da campanha, registro de candidatura e todos os dados oficiais estão públicos no sistema da Justiça Eleitoral. Qualquer pessoa pode conferir.

Se eu for eleito, esta página continua no ar com o destino de cada emenda sob minha responsabilidade e o registro dos projetos que eu apresentar. Eu prometi que toda emenda minha fica no Distrito Federal. É aqui que você vai poder verificar.

Delegado Nugoli com o filho mais novo Chamada final

Se você confia em mim, me dê um voto de confiança

A maior parte dos eleitores ainda não decidiu em quem votar para deputado federal. Se você ainda não tem candidato, eu peço o seu voto. E se você já tem o seu, me ajude a chegar em quem ainda não tem.

Perguntas frequentes

O que me perguntam com mais frequência

Você já foi candidato antes?

Nunca. Nem a síndico. Esta é minha primeira disputa eleitoral, aos 64 anos.

Por que federal e não distrital?

Porque a maior parte dos problemas da segurança pública, principalmente da Polícia Civil e da Polícia Penal, só se resolve na esfera federal. O Fundo Constitucional do Distrito Federal, que custeia as nossas polícias, é votado no Congresso Nacional, e não na Câmara Legislativa. E porque a Polícia Civil do DF já tem muito candidato a distrital e quase nenhum a federal.

Você é de esquerda ou de direita?

Nenhum dos dois. Tenho amigos dos dois lados e concordo com coisas que vêm de ambos. Prefiro ficar no centro, onde eu consigo avaliar o que é bom de cada lado e trabalhar com o que serve à sociedade. Gente ruim tem dos dois lados.

Segurança pública se resolve só com polícia e cadeia?

Não. Eu defendo a mudança de valores sociais da população como a chave mestra para mudar o país em todos os sentidos, e em especial na segurança pública. A diferença entre uma sociedade não violenta e uma violenta está na cultura do seu povo. E hoje, com o fácil acesso à informação, essa transformação pode acontecer muito rápido.

O Distrito Federal já provou isso. A campanha de respeito à faixa de pedestres completou 29 anos e mudou a realidade daqui. O cinto de segurança e o capacete do motociclista, que não existiam há poucas décadas, viraram hábito.

O investimento em educação e cultura é o que produz as mudanças de que nós precisamos: a valorização da vida, o respeito ao meio ambiente e à propriedade. Educação que previne. Segurança que protege.

Você defende endurecer com o preso?

Defendo que quem é condenado cumpra a pena, e que o Estado tenha estrutura para isso. Mas eu trabalhei dentro do sistema e sei que ali dentro não tem só um tipo de pessoa. Tem o criminoso que fez do crime o meio de vida e tem o pai de família que cometeu um deslize. Os desiguais precisam ser tratados de forma desigual, na medida das suas desigualdades. Por isso eu defendo separação por perfil criminal, e não só por regime de pena.

Você é a favor de reduzir a maioridade penal?

Sou contra o instituto da menoridade penal, como já acontece em vários países, onde a avaliação do fato praticado pelo menor leva em conta a sua capacidade de entender a gravidade do que fez e o seu meio social, entre outras circunstâncias. O critério puramente biológico para definir a menoridade penal, usado no Brasil, está caindo em desuso. Existem vários exemplos pelo mundo de condenações de menores a penas extremamente duras.

Como o senhor pretende resolver a superlotação?

Vaga nova, separação real por perfil e ampliação de método com resultado comprovado em reincidência. Construir vaga é obrigação. Mas construir a mesma vaga para todo tipo de preso é o que quebrou o sistema.

Por que preso condenado sai no saidão?

Existe uma diferença entre o benefício e o critério com que ele é concedido. Quem cometeu crime grave, crime sexual, homicídio ou latrocínio, na minha opinião não faz jus a saída. Porque se ele comete um crime lá fora, quem responde? Da mesma forma que o Estado é responsável pela segurança dele dentro da cadeia, ele é responsável pela segurança da população fora dela.

Por que a pessoa é presa e solta no dia seguinte?

Porque existe uma política de desencarceramento no Brasil, e ela existe porque não há vaga. Nós temos aqui mais presos do que lugar para colocar, e milhares de mandados de prisão em aberto. Não tem vaga, não tem efetivo, e o resultado é o que você vê.

Por que a polícia não resolve o furto de celular?

Porque a gente está enxugando gelo. O problema não é só o furto, é a receptação. Os registros de receptação continuam subindo. Enquanto tiver quem compre, vai ter quem furte. É ali que se quebra a corrente.

Por que policial competente fica jogado em delegacia distante?

Porque não faz parte do bloquinho. Existe um grupinho que se reúne e decide quem assume o quê. Quem não está nesse grupo vai para o cargo de menor status, e fica lá. Eu passei nove meses no corredor sem uma caneta na mesa por causa disso.

Você defende os direitos humanos?

Defendo, e acho os institutos necessários. O que eu não aceito é que eles se voltem apenas para quem comete crime. Nunca vi comissão de direitos humanos bater na porta da família de policial morto em serviço para perguntar se estava precisando de alguma coisa. Direitos humanos é para todo mundo, principalmente para quem paga imposto e vive com medo.

Você é candidato só da polícia?

Eu venho da polícia e vou defender todas as forças de segurança, porque o sangue derramado tem o mesmo valor em qualquer farda. Mas eu fui um menino pobre que a escola pública salvou, e o mandato precisa servir a quem mais precisa.

Sobre o combate ao crime organizado, e sobre o que eu aprendo e o que eu não copio de El Salvador, a resposta inteira está em uma página só sobre isso.

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